Sinto alguns passos estranhos
Sinto como se a vida tomasse um novo rumo
Não mais obscuro, nem inseguro
Sinto, depois de tanto tempo, o futuro!
Que lugar estará o meu sonho?
Em algum caminho desconhecido... Jamais pisado?
Por onde andei não deixei rastros!
Paro e reflito.
O que seria longe e real?
Ou o que teria em tuas mãos... Um final?
Não mais poderei correr e me esconder do inevitável
Improvável e doce sensação de desconforto
Lamentável e áspera face do desgosto
Como sabes sentir dor...
Tempo sublime de esperanças de um acaso
Que traga sem buscar
Com frases infindáveis que escorram de lábios
Que saibam escutar sem despertar rancor
Que caia o véu sem qualquer disfarce, ilusão ou esperança
Somente caia, sem qualquer contraste, solidão ou lembrança...
terça-feira, 8 de junho de 2010
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2 comentários:
Bem-vinda a O Bar do Ossian.
Abraço lusitano!
Quase nunca comento, mas sempre leio. Não para de postar teus poemas, tá?
Beijão!
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